domingo, 30 de junho de 2013

Trade com Fundamento e 10 Mais Fortes - Resultado Junho 2013 e Carteiras Julho 2013

Acompanharemos mensalmente duas estratégias interessantes para acumulação de patrimônio no longo prazo através da Bolsa de Valores.

A primeira é o Trade com Fundamento. Está é uma estratégia operacional na bolsa de valores onde o objetivo é usar os princípios da Análise Fundamentalista para selecionar as ações que serão compradas, filtrando através dos indicadores da escola técnica (ou gráfica) o time operacional, ou seja, o momento correto de iniciar a compra do ativo. Nessa estratégia, são compradas 10 ações para compor a carteira. Levamos em consideração que todas as ações da carteira têm o mesmo peso na composição do resultado da mesma. E ao final de cada mês é feita uma avaliação para definir quais ativos continuarão na carteira e quais serão trocados.

A segunda estratégia é a dos 10 Mais Fortes comparativamente com o IBOVESPA. A composição dos ativos dessa segunda carteiras é feita pelas 10 ações mais fortes do mercado segundo a Planilha de Força Relativa elaborada pelo Stormer da Leandro & Stormer. O estudo leva em consideração os 10 ativos que apresentaram uma valorização relativa maior do que o IBOVESPA durante o ano corrente. Nessa estratégia, não é feito nenhum filtro através da análise técnica. O único filtro é pelo critério liquidez, pois ativos muito pouco líquidos são difíceis de se desfazer a um preço justo.

Cenário Bolsas - Junho 2013

No mês de Junho o IBOVESPA apresentou uma queda bastante expressiva de -11,31%, fechando o 1° semestre do ano com uma desvalorização de -22,14%. Foi o pior semestre desde a segunda metade de 2008, quando teve desvalorização de -42,25%, no auge da crise financeira.

Neste mês o IBOVESPA fechou a 47.457 pontos, apresentando também o pior resultado mensal desde maio de 2012.

O interessante é que toda essa queda foi influenciada pela expectativa de retirada dos estímulos do FED (Banco Central Americano), com isso o FED deve reduzir o ritmo de compra de títulos já no final desse ano, o que levaria o "fim do dinheiro barato" para os mercados emergentes.

Em contrapartida o semestre foi positivo para as bolsas norte-americanas. O índice Dow Jones registrou o melhor primeiro semestre desde 1999.

É uma das poucas vezes que um resultado tão positivo para as bolsas americanas causam um resultado tão negativo para o Brasil.

Isso significa que nesse semestre o "gringo" tirou seus dólares dos países emergentes e colocou nas bolsas norte-americanas.

Para piorar o cenário para o Brasil, a china está desacelerando seu crescimento, demonstrando dados mais fracos da indústria e do varejo, além do Banco Central Chinês afirmar que os recursos baratos ilimitados acabaram.

Sendo a China o principal parceiro comercial do Brasil e estando nosso crescimento econômico da última década influenciado pela grande parceria comercial com a China, principalmente de commodities, sofremos todo esse semestre de forma expressivamente negativa.

Resultado Carteira Trade com Fundamento - Junho 2013




















Portanto, influenciado pelo pessimismo generalizado da bolsa brasileira, tivemos um resultado expressivamente negativo durante esse mês. Porém, ganhamos do IBOV, pois este caiu -3,7% a mais do que nossa carteira.

Carteira Trade com Fundamento - Julho 2013

Segue abaixo a composição da carteira Trade com Fundamento para o mês de Julho 2013.


Resultado Carteira 10 Mais Fortes - Junho 2013


















Também tivemos um resultado negativo durante esse mês. Porém, ganhamos do IBOV, pois este caiu -5,48% a mais do que nossa carteira.

Carteira 10 Mais Fortes - Julho 2013

Segue abaixo a composição da carteira 10 Mais Fortes para o mês de Julho 2013.


















Que venha o mês de Julho. E vamos focados no longo prazo, pois crise é sinônimo de oportunidade.

Quem estiver comprado em bons ativos e tiver paciência, irá usufruir de um excelente resultado quando entrarmos no próximo ciclo de alta da bolsa brasileira.

OBS: Essas estratégias são estudos de acompanhamento do mercado da bolsa brasileira. Não devem ser considerados como sugestões de investimento.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Ações - Comprar, Manter ou Vender?

Prezados amigos,

Nessa última sexta-feira, dia 21/06/2013, o IBOVESPA, principal índice da bolsa brasileira, fechou a 47.056 pontos. Isso representa o menor patamar da nossa bolsa desde abril de 2009. Abaixo desse patamar só o fundo formado no ápice da crise de 2008, que foi aos 31.251 pontos.

Durante esse ano de 2013 a cotação do IBOV vem apenas caindo. Nosso principal índice já está acumulando uma perda média de 25,67%.

Por conta disso, algumas pessoas entram em contato com a gente questionando o que fazer nesse momento.

Antes de responder a pergunta, gostaria de fazer uma recordação da última crise econômica.

Para acompanhar o raciocínio aqui apresentado, vale a pena acompanhar as informações contidas no Poster Eletrônico do Ibovespa, elaborado pela empresa Enfoque. Esse poster mostra o histórico da cotação do IBOV desde 1963, o resultado do PIB do Brasil em cada ano, os principais acontecimentos históricos que ocorreram no Brasil e no Mundo, além de informar quem era o presidente do Brasil e seus ministros e a moeda utilizada na época.


Observe o período que vai de Julho 1997 a Setembro de 2002. Foram aproximadamente 5 anos da crise Asiática de 97.

Em Agosto de 2002, quando ainda não havia solução para a crise que já se estendia a 5 anos, o Bom dia Brasil exibiu a seguinte reportagem.


Segue outra reportagem publicada pela Folha também em Agosto de 2002.


Resultado: enquanto não existe solução alguma para um momento de crise, as notícias são as piores possíveis. Momento extremamente pessimista, onde todos têm medo de investir no mercado de ações.

Porém, aqueles que pensavam no longo prazo percebem que esse é o exato momento para comprar, pois as ações "estão em oferta".

De outubro de 2002 e maio de 2008, o IBOV se valorizou 2.051%.

Agora observe o noticiário no final de 2007 e durante os primeiros meses de 2008, momento áureo da bolsa brasileira, onde euforicamente a grande massa estava indo às compras.

Dezembro 2007
Melhor investimento do ano, Bovespa tem boas perspectivas para 2008

Abril 2008
Brasil pode ter o 3º maior campo de petróleo do planeta

Abril 2008
Brasil recebe título de grau de investimento pela agência S&P

Maio 2008
Petrobras passa Microsoft e vira a 3ª maior das Américas, diz Economatica

Eu me recordo muito bem. A grande maioria da população brasileira estava entrando na bolsa nessa época. As notícias eram maravilhosas. O que se mostrava na mídia é que muitas pessoas havia formado fortuna na bolsa desde 2002 (pós crise asiática). E as pessoas começaram a comprar ações da PETROBRAS e da VALE a custos caríssimos.

Só lembrando: quem formou fortuna na bolsa no final de 2007 e início de 2008 foi quem comprou ações de boas empresas durante o período de medo no final da crise asiática, em meados de 2002.

Bem. Em 2008 foi iniciada mais um momento de crise econômica, dessa vez o fator gerador maior foram os títulos Subprime Americanos.

Para entender mais um pouco da crise do Subprime Americano.

Dezembro 2008
Crise financeira abala estrutura do mundo e subverte perspectivas de 2008

Em maio de 2013 completamos 5 anos de uma crise internacional que está abalando as bolsas do mundo todo.

As notícias atuais me lembram muito as do período do final da crise da Ásia.

Junho - 2013

Junho - 2013
Fed é otimista com economia dos EUA e bolsas despencam: isso faz sentido?

Voltemos a nossa pergunta inicial que nos motivou a escrever esse artigo: Ações - Manter, Vender ou Comprar?

Não existe uma resposta exata, precisa e matemática para essa pergunta.

Porém, podemos analisar algumas variáveis:
  1. Tempo;
  2. Necessidade do Capital no curto e médio prazo;
  3. Disposição para desvalorização patrimonial temporária no curto e médio prazo;
  4. Gerenciamento de risco.
Se você está investindo em ações focando no longo prazo, se o capital investido em ações não será necessário no curto ou médio prazo, se você está disposto a, possivelmente, ver seu capital oscilando para baixo no curto ou médio prazo e se você fez um gerenciamento de risco do seu capital de investimento através de uma boa assessoria de investimentos: é hora de COMPRAR ações de empresas que têm bons fundamentos.

Se você alocou seu capital em ações sem um controle de risco adequado, ou seja, injetou em risco um capital que será necessário para o curto ou médio prazo e não tem disposição para, possivelmente, ver seu patrimônio oscilando para baixo: você deve ou VENDER suas ações saindo desse mercado ou trocar de assessor de investimentos para poder fazer um planejamento de risco adequado ao seu perfil e objetivos.

Se você já está entrou no mercado de ações ciente dessas variáveis e foi devidamente orientado, é hora de MANTER suas ações e se puder, sem comprometer o planejamento, comprar mais um pouco de ações mensalmente.

Crise no mercado de ações é sinônimo de oportunidade para o longo prazo.

Vou repetir: Crise no mercado de ações é sinônimo de oportunidade para o longo prazo.

Para fazer dinheiro em ações esse é o momento certo. Porém, esteja disposto a ver seu capital oscilando para baixo até que a crise acabe, pense no longo prazo, não aloque em risco um capital que será necessário no curto prazo e diversifique seus investimentos com outros produtos de mais baixo risco.

O momento é agora. O cenário ideal é poder formar uma carteira de ações e comprar todos os meses uma pequena quantidade (que não comprometa o planejamento financeiro). Isso porque, NINGUÉM SABE, até quando essa crise irá perdurar. E enquanto estivermos dentro da crise existirá volatilidade e o seu patrimônio poderá se desvalorizar.

Porém, quem pensa em formar fortuna daqui a alguns anos, participando inteiramente do próximo ciclo de alta do IBOV (que ninguém sabe quando irá começar) deve comprar ações em momentos como esse.

Se não tem ainda, precisa começar a formar sua carteira de ações agora. Se já tem sua carteira, precisa aumentar aos poucos a posição em risco (contanto que não comprometa o planejamento de curto, médio e longo prazo).

Todos sabem como ganhar dinheiro em ações. A resposta é simples e rápida. "Quero comprar barato e vender caro". Mas poucos têm coragem de comprar barato. Pois quando está barato o medo predomina no mercado, no noticiário. Aqueles que andam contra a massa formam fortuna.

Crise no mercado de ações é sinônimo de oportunidade para o longo prazo.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Agenda de Eventos - Junho 2013

Prezados amigos,

Segue abaixo nossa agenda de Palestras e Cursos para este mês de Junho.

A novidade é que nossas palestras e cursos serão ministradas todas Online, o que garante mais conforto e comodidade para nossos clientes.

Após o curso nós realizamos uma aula prática gratuita com cada aluno com o objetivo de auxiliá-lo na identificação do seu perfil de investidor e sugerir uma alocação de investimento mais adequada para seu perfil e objetivo.

Inscrições nos eventos, acesse www.rinvest.com.br


sábado, 1 de junho de 2013

Taxa de Juros a 8,00% ao ano e PIB cresce apenas 0,6%. Qual o impacto disso na sua vida?

Na última quarta-feira, 29/05, a taxa básica de juros da economia brasileira, a SELIC, subiu pela segunda vez consecutiva. O Banco Central decidiu aumentar os juros em 0,5 ponto percentual para 8% ao ano como forma de combater a inflação.

A SELIC é estabelecida pelo BACEN (Banco Central) e serve como base para os juros cobrados no mercado. Quando a SELIC sobe os juros bancários também sobem, impactando direto nos juros cobrados pelos financiamentos e todo tipo de crédito bancário.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou abril em 7,16% no acumulado de 12 meses. Isso coloca o governo, que trabalha com uma meta de 6,5% para o acumulado de janeiro a dezembro de 2013, em estado de atenção.

Para o Banco Central o aumento da SELIC contribuirá para colocar a inflação em declínio.



PIB - Produto Interno Bruto
A segunda alta consecutiva da taxa de juros ocorreu no mesmo dia em que foi divulgado que a economia brasileira cresceu abaixo do esperado no primeiro trimestre de 2013 . Na comparação com os três últimos meses de 2012 o PIB subiu apenas 0,6%.

Nos últimos quatro trimestres, a economia brasileira cresceu 1,2%. A maioria das instituições financeiras projeta o PIB de 2013 entre 2,1% e 3%. No último Boletim Focus do Banco Central, feito com a coleta de dados do mercado, a média da alta estimada é de 2,93%.

IMPACTO NA INDÚSTRIA

A previsão da FIESP (Federação das Industrias do Estao de São Paulo) para o crescimento do Brasil durante o ano de 2013 foi revisada de 2,5% para 2%, após o anúncio do aumento da taxa de juros básica da economia.

“É preciso quebrar paradigmas, o Brasil precisa de um choque de competitividade, investimento e produção, e não da mesmice do aumento de juros”, disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf

Segundo Paulo Skaf, O aumento dos juros impactara o crescimento da economia brasileira, irá frear a expansão do crédito, diminuir o fortalecimento da produção, estagnar o consumo e a geração de emprego.

Para a CNI (Confederação Nacional da Industria) a elevação isolada dos juros não é a melhor forma de enfrentar essa equação, porque prejudica a expansão dos investimentos e dificulta o aumento da oferta.

Ainda para a CNI, a alta de 0,5 ponto percentual na taxa Selic é ineficiente para combater a inflação e prejudica a recuperação da economia e dos investimentos.

Para referência, segue abaixo as taxas de juros nas principais economias mundiais.



A única boa notícia do resultado do PIB no primeiro trimestre de 2013 foi o crescimento da agricultura.

Entre janeiro e março deste ano, a economia cresceu 0,6%. O resultado está abaixo do esperado pelo mercado, que era de 0,9%, e ainda mais abaixo do esperado pelo governo, que estava em torno de 1%.

O destaque positivo foi a agricultura, que teve um crescimento espetacular de 9,7% no período em comparação com o último trimestre de 2012, os outros resultados ficaram abaixo das expectativas.

A indústria teve a sua quarta queda consecutiva. O resultado do setor foi de -0,3% na comparação com o quarto trimestre de 2012.

Observe a tabela abaixo que mostra a participação de cada setor na composição do PIB.


O consumo das famílias, que foi um grande estímulo para a economia nos últimos, apresentou um resultado de 0,1% no primeiro trimestre de 2013, o que ficou bem abaixo da média trimestral que o Brasil vinha apresentado, que era de 1,17%. Foi o pior resultado do setor desde 2009.

O consumo das famílias, que responde por 65% do PIB, tende a ser afetado negativamente quando os juros sobem.

IMPACTO NA POUPANÇA

Pela regra em vigor, desde maio de 2012, quando a taxa Selic está maior que 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a taxa referencial (TR). Quando os juros básicos da economia estão iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende 70% da taxa Selic mais a TR. No entanto, a TR é igual a zero quando a Selic está igual ou menor que 8% ao ano, o que torna o rendimento totalmente atrelado aos juros básicos.

Dessa forma, com a SELIC em 8,0% ao ano, a Poupança vai rentabilizar 70% de 8,0%, ou seja, 5,6% ao ano ou aproximadamente 0,47% ao mês.

Apesar da remuneração da poupança se beneficiar, ficando um pouquinho maior (saindo do patamar de 0,41% ao mês para 0,47% ao mês) , a poupança continua rendendo menos que a inflação esperada para 2013.

De acordo com o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central, a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá fechar o ano em 5,81%. No Relatório de Inflação, divulgado no fim de março, o próprio Banco Central projeta que o IPCA encerrará 2013 em 5,7%.

Portanto, deixar o dinheiro na poupança significa que seu dinheiro irá perder poder de compra nos próximos 12 meses.

IMPACTO NA BOLSA DE VALORES

Ufa... Esse artigo já ficou muito grande...

Baixo crescimento, juros alto e inflação acima da meta. Como ganhar dinheiro na bolsa de valores nesse cenário atual?

No próximo artigo falaremos somente disso.

Fonte: Exame, Globo.com, IG Economia

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Certificação CPA-20


Prezados amigos, 

Toda vitória, por menor que seja, deve ser comemorada com os amigos e familiares, pois ela estimula o crescimento contínuo.

Essa semana consegui subir mais um degrauzinho.

Agora sou certificado CPA-20 pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Essa certificação me qualifica para distribuir produtos de investimentos de todas as categorias de forma profissional e ética. 

Meu objetivo é poder assessorar o investidor na escolha do produto de investimento mais adequado a seu perfil e objetivo.

O grande estímulo é saber que meu trabalho me traz satisfação pessoal e, melhor ainda, ajudo as pessoas a valorizar seu rico dinheirinho à partir do momento que ensino o brasileiro a investir de forma mais consciente e inteligente.

O caminhada é longa, porém a satisfação é grande.

Obrigado.


terça-feira, 26 de março de 2013

IPO Fundos Imobiliários


Investidor,

Participar de um IPO (Oferta Pública Inicial) de um bom fundo imobiliário é uma excelente oportunidade, seja seu objetivo a formação de patrimônio no longo prazo ou para ganhos de capital de médio prazo.

Segue abaixo o resumo dos últimos IPOs de Fundos Imobiliários que divulgamos fortemente e os nossos clientes participaram.

SDIL11 (SDI LOGÍSTICA RIO)
Reservas em Nov/12 – Início das Negociações em Dez/12 – Início da Distribuição de Dividendos em Jan/13.
Valor da Cota Inicial – R$ 100,00
Valor da Cota Hoje – R$ 105,00
Ganho Percentual na valorização da cota em 5 meses – 5%
Ganho da distribuição de dividendos nesses 5 meses – 1,4%
Ganho acumulado desde a oferta pública (5 meses) – 6,4%

FVBI11 (VBI FL 4440)
Reservas em Jun/12 – Início das Negociações em Jun/12 – Início da Distribuição de Dividendos em Jul/13.
Valor da Cota Inicial – R$ 100,00
Valor da Cota Hoje – R$ 105,50
Ganho Percentual na valorização da cota em 8 meses – 6,5%
Ganho da distribuição de dividendos nesses 8 meses – 4,8%
Ganho acumulado desde a oferta pública (8 meses) –11,3%

XTED11 (TRX EDIFÍCIOS CORPORATIVOS)
Reservas em Nov/12 – Início das Negociações em Dez/12 – Início da Distribuição de Dividendos em Jan/13.
Valor da Cota Inicial – R$ 100,00
Valor da Cota Hoje – R$ 102,00
Ganho Percentual na valorização da cota em 5 meses – 2%
Ganho da distribuição de dividendos nesses 5 meses – 1,4%
Ganho acumulado desde a oferta pública (5 meses) – 3,4%

SAAG11 (SANTANDER AGÊNCIAS)
Reservas em Dez/12 – Início das Negociações em Dez/12 – Início da Distribuição de Dividendos em Jan/13.
Valor da Cota Inicial – R$ 100,00
Valor da Cota Hoje – R$ 107,00
Ganho Percentual na valorização da cota em 4 meses – 7%
Ganho da distribuição de dividendos nesses 4 meses – 1,2%
Ganho acumulado desde a oferta pública (4 meses) – 8,2%

BBPO11 (BB PROGRESSIVO II)
Reservas em Dez/12 – Início das Negociações em Dez/12 – Início da Distribuição de Dividendos em Jan/13.
Valor da Cota Inicial – R$ 100,00
Valor da Cota Hoje – R$ 123,50
Ganho Percentual na valorização da cota em 4 meses – 23,50%
Ganho da distribuição de dividendos nesses 4 meses – 1,1%
Ganho acumulado desde a oferta pública (4 meses) – 24,50%